quarta-feira, 26 de maio de 2010

Conversa de amigas.


Duas colegas minhas falavam acerca do "namoro" de uma delas.

c1: "Opah eu adoro a vossa história! Finalmente assumiram-se."
c2: "Oh nao é bem assumir."
c1:"Oh vais dizer que são amigos?"
c2: ...
c1: "Vá imagina que te perguntam alguma coisa, que vais responder?! Tens de ultrapassar os teus medos e dizer a palavra."

(...)
c2: "Eu até posso ser prima, vizinha, ou amiga, sou o que tu quiseres. Desde que ele não arranje outra eu sou qualquer coisa."

A palavra começada por "n". Que medo! LOL


É engraçado como as coisas são hoje em dia. Eu não vivi no "antigamente", mas no meu tempo havia duas hipóteses: curtir ou namorar. Agora há uma imensidão de escolhas. Curtir, andar, amizades coloridas, aqueles casos de várias noites (que nem sei classificar). Tudo menos namorar. Namorar não.

Não posso criticar a minha colega, porque já passei pelo mesmo. Mas é nestas situações que damos conta de nós próprios e pensamos "Andar ou namorar vai tudo dar ao mesmo". O problema é que quando aconteceu connosco era muiiiiito diferente! Mas agora é igual LOL

A questão é que quando se diz a palavra começada por "n" todos os medos se perdem, tudo ganha outra cor, tudo vale a pena. E a única coisa que conseguimos fazer é sorrir e amar :)

"Andar" não tem piada, namorar é tudo xD


domingo, 23 de maio de 2010

Sabem quando acreditamos nas pessoas, acreditamoas até ao fim, damos uma segunda hipótese e achamos que vai ser desta? Ora bem, não acreditem, não vai valer a pena.

Para desilusão uma vez basta.

A. és uma desilusão. És a desilusão.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

"A vida é uma doença crónica"

Problemas. Toda a gente os tem, e todos fazemos um esforço, por mais pequeno que seja, para os resolver. Ou pelo menos quase todos.

Dizem que os homens são o sexo forte, mas quando toca a resolver problemas não me parece. "Não tenho coragem para ir falar com ele." Como é que é possível? Uma amizade, tantos e tão bons momentos de amizade deitados ao ar porque "não tenho coragem de ir falar com ele". E ainda se queixam que discussões entre as mulheres acabam com elas a puxar os cabelos umas às outras. Discussões entre homens também não se resolvem de forma mais pacifica, ou (neste caso) simplesmente não se resolvem. Como é possível? Todos os dias me pergunto, como é possível terem chegado a este ponto? Como foi possível tanta mudança no espaço de poucos meses.

Esta Queima foi diferente, muito diferente. Mas infelizmente não vai mudar nada. Ele não vai ter coragem de falar por isso "não vamos a lado nenhum". Que direito tem ele de se queixar se nada faz para resolver o problema?!

Talvez por aqui as coisas não sejam assim tão diferentes, talvez não sejam o mar de rosas que eu esperava que fosse. Talvez não seja este o lugar onde vou encontrar o que quero.

sábado, 8 de maio de 2010

Primeiro dia.

Shaggy. Souls of fire. TMUC

A primeira noite correu bem, apesar de ter ficado ganzada só porque respirei. Hoje Daniela Mercury. Bebedeira certa pra poder sambar xD

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Coimbra

É hoje. A monumental serenata :) emoção à flor da pele.


quarta-feira, 5 de maio de 2010

Eu

Sendo um ser humano (normal) tenho qualidades e defeitos como todas as pessoas.

Com a idade (quem me ouvir falar pensa que tenho 50 anos) pensei que certas características se fossem atenuando, e fico triste ao ver que isso não acontece. Não é bem triste, mas é algo parecido. E se há uma coisa que odeio é ter as coisas à frente dos olhos e não as ver. É que nem com óculos o problema se resolve! E não são necessariamente coisas importantes, coisas boas ou más, são coisas "normais". Por vezes não tenho bem noção da dimensão das coisas e depois surpreendo-me. Nos últimos tempos tem sido pela positiva, e ainda bem. Mas fico chateada com isto pah!

Está decidido, vou ao oftalmologista!

O slide é pra pessoas chiques, os touchs são pra pessoas inteligentes, porque é que não há monoblocos?! bahhhh

terça-feira, 4 de maio de 2010

Afinal o amor não existe.

Andamos todos enganados meus meninos, o amor não existe. Leiam por favor xD


Teoria matemática prova: o amor eterno não existe


Um cientista espanhol elaborou um modelo teórico que sugere que as relações sentimentais duradouras e satisfatórias são praticamente impossíveis.

O matemático russo Lev Pontryagin, falecido em 1988, nunca imaginou que a sua teoria do controle óptimo, desenvolvida para solucionar um contratempo de um avião de combate soviético, pudesse ser usada para explicar, por exemplo, po rque razão a cada 33 segundos termina um casamento europeu.



No entanto foi o que José Manuel Rey, da Universidade Complutense de Madrid, fez. E com base na Matemática afirmou:“Ter uma relação sentimental duradoura e satisfatória é impossível, salvo excepções”.

Rey juntou a segunda lei da termodinâmica e as equações de Pontryagin para explicar o paradoxo do fracasso: muitas pessoas casam-se apaixonadas e comprometem-se a viver juntas para sempre, mas o matrimónio acaba mal sucedido.

“Quando se inicia um casamento as sensações dissipam-se como o calor de um copo de leite, o amor não basta, há que fazer um esforço”,
garante o investigador. Até aqui nada de novo.

O psicólogo norte-americano John Gottman aplicou a segunda lei da termodinâmica ao amor em 2002 e, desde então, é consultor matrimonial em Seattle a partir de conversas em laboratório. Mas Rey foi mais além.

O seu modelo teórico, publicado na PloS ONE, é um integral e uma equação, inteligíveis para qualquer pessoa não especialista em matemática, que demonstra “um mecanismo diabólico que faz com que, mesmo que se case muito apaixonado e haja muito esforço, seja muito fácil fracassar”.


Ao introduzir variáveis como a sensação positiva que produz uma relação amorosa e o custo do esforço para manter viva a chama, da máquina teórica de Pontryagin saíram três conclusões não tão óbvias. A primeira, segundo salienta Rey, é que de entre todos os modos de esforço para manter uma relação, só há uma que funciona − mesmo que a equação não diga qual.

Em segundo lugar, o esforço necessário é sempre maior do que o esperado. E por último, é fundamental manter o esforço durante toda a vida para vencer a inércia natural que, segundo mostram as equações de Rey, conduz de modo implacável a preguiça entre o casal.

Modelo vindo do espaço


O modelo teórico de Rey é reducionista e utiliza uma equação que os engenheiros da NASA empregam para ajustar a viagem de uma nave espacial, mas altera o espaço percorrido pelo amor e o combustível necessário por um esforço abstracto.

Ficam de fora milhões de variáveis. “Quando um fenómeno sociológico é tão massivo como o divórcio, é muito difícil pensar que existe uma multiplicidade de causas. Há que procurar um mecanismo simplificador, e a arte das matemáticas é eleger as variáveis chave de um problema”, aclara o cientista.

Nas equações, o esforço é apenas uma letra. Em todos os casais esse esforço é abstracto, mesmo que nuns signifique aturar a sogra e noutros suportar o companheiro a roncar durante a noite.

Mesmo que o casal seja ideal, o esforço, como reconhecem os sociólogos, é sempre maior do que esperado. O amor é “uma substancia que arrefece”, segundo Rey, que parece saber do que fala: é casado.


http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=42037&op=all#cont

segunda-feira, 3 de maio de 2010

The one.

Já tive todas as provas que poderia ter. Tu és aquilo que quero, és aquilo que preciso. És muito além de tudo o que poderia pedir, de tudo o que poderia descrever. Dás-me tudo, absolutamente tudo. Que mais posso eu pedir? You're the one.

Amo-te.

Deolinda

Eu vou pô-lo a ouvir Deolinda, ou eu não me chamo Popota Maria XD

Do novo albúm "Dois Selos e Um Carimbo"