terça-feira, 23 de março de 2010

Jornal da GH 2º ed.

Na quinta feira passada acordei por volta das 4 e meia da manhã com a chegada da rapariga do quarto ao lado com o seu respectivo namorado. Passados uns 15 min, prestes a adormecer, os seus tons de voz elevaram-se ao ponto de afugentar o meu sono e o das outras residentes. Uma discussão brava que durou cerca de meia hora, mas que serviu para acordar a casa inteira. Ainda pensei mandá-los calar, mas entre marido e mulher ninguém mete a colher. Vai daí deixei me estar debaixo dos meus cobertores e dado que não tenho qualquer problema de audição ouvi a discussão toda. Preferia não ter ouvido e estar a dormir e sonhar com o meu "espécie de quase namorado", mas ouvi. O rapaz só queria despachá-la, e ela só queria ficar com ele. Enfim a típica discussão de namorados de há muito. Não consegui perceber o resultado porque entretanto os ânimos acalmaram e voltei ao meu sono.

O que é certo e sabido, é que hoje exactamente neste momento a discussão voltou. Apenas com umas horas de diferença, sem interromper o sono de ninguém. Mais uma vez estão todas as residentes da GH a ouvir todo o conteúdo da discussão.

Dado que a Popota até é uma pessoa inocente e compreensiva, mais uma vez, só espero que tudo se resolva pelo melhor. Eles até fazem um casal giro, e ela é uma querida. Nem me queixo do barulho porque digamos que já estou habituada. E muita doida era eu se fosse bater à porta pedir para baixarem o volume, arriscava-me a levar com um secador na tromba que era uma coisa linda. Neste momento só me resta pôr Coldplay a tocar no meu MP3 e voltar ao meu trabalhinho sobre medicamentos experimentais.

Melhores dias virão.

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